quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Sonho desventurado
Da-me atua melhor faca para
que tenha sngue em meu tapete.
Dias de chuva
Não há nada que me faça parar
de pensar,no ser lastimavel que
me tornei andando pelo asfalto
quente me perco em melancolias
orbitantes.
malditos zumbis de minha mente
perdita e deslacerada,burra e infiel,
olhos castanhos que conquistam
homens...
Peço que se um dia pensares em
pare,e faça o que te convem.Não
sei o que há com as garrafas de vodkas
que me fazem perder a noção do que
ridiculo,maldita,suja,e rebelde.
Queria aprender a dançar balé mas
os devaneios obscuros n me deixaram
acreditar no que era neutro e real.
Se por venturas me apaixonares por
vc, não sei o que faria pois não aguento
mais de tanto tormento nessa cabeça
moribunda.
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Tenha dó - los Hermanos

Não vou mais te perdoar, Você foi longe demais
Meu amor, não sou tão só assim
Não consigo entender me trocar por outro alguém(nem eu)
Traição já é demais, então você me diz
Que me ama, que sem mim você não vive
Que foi apenas um deslize, que você preza pelo meu amor
Tenha dó, não mereces o afago nem de Deus nem do Diabo
Quanto mais da mão que um dia eu dei pra ti
A saudade vai bater mas o meu amor se vai
Tempo voa e quando vê já foi
Não me fale de nós dois, não preciso mais saber
Indo embora, deixo-te um adeus ao vir dizer
Que me ama, que sem mim você não vive
Que foi apenas um deslize, que você preza pelo meu amor
Tenha dó, não mereces o afago nem de Deus nem do Diabo
Quanto mais da mão que um dia eu dei pra ti...
Laiá... laiá... laiá...
Laraia...
Laiá... laiá... laiá...
Laraia...
(Cantada para mim.)
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Los Hermanos - Lágrimas Sofridas

Oh minha menina bonitinha eu te dei
Todo o meu carinho meu aninho eu te dei
Verdes campos flores amarelos furta cor
Dei a primavera os sete mares meu amor
Refrão:
Lágrimas sofridas e feridas do meu peito
dei minha palavra minha honra meu respeito
Todas as verdades e olhares que podia
é com qual coragem que você me repudia?
Oh minha menina bonitinha eu te dei
Vida de princesa realeza eu te dei
No meu ombro afago preocupado de um amigo
Joia, casa, carro, seu sapato, seu vestido
Pra voce princesa dediquei a minha vida
Levo desse amor o seu rancor e uma ferida
Apesar de tudo minha linda não te odeio
Mas sem tua boca inclino a morte sem receio
Dei pra ti as estrelas os peixinhos e as aves
Todas as montanhas nas escalas dei as claves
Todas as cancões que eu fiz, eu fiz pra ti princesa
Tudo de mais belo encontrei na natureza.
(para mim tb)
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Tantas conversas de filmes,tantas bebidas
tantos malditos desejos carnais.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

madiitas ruas de bar
Andando pelas ruas me perco,
em grandes devaneios e me perco,
em conversas bobas que não
me premdem em nada, e continuo
comtemplando aquele dia maldito que
não se acaba....

domingo, 26 de outubro de 2008

Flor negra

Flor negraHá uma flor em meu jardim,

Com espinhos destruidores,Caule gotejando

sangueHá uma flor em meu jardimQue eu mesma

planteiUma flor cheia de dorQue simboliza meu luto

Suga minha almaE a cada lagrima minhaEla se fortalece,

Criando um jardim de horrorMe levando ao abismo

da morte...Um verdadeiro sepulcro natural.Há uma

flor em meu jardimQue vive em busca.De sentimentos

obscurosMaldita flor que nasceu,Da minha tristezaQue

faz das minhas doresSeu altar de alegria...Uma flor cruel

Que espera a cada minutoMeu fim...O dia em que estarei

na covaPara um eterno descanso,E a maldita flor negra

Estará lá...Fazendo do meu sepulcro seu altar .

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Auto retrato

Se me contemplo,tantas me vejo,que não
entendoquem sou, no tempodo pensamento.
Vou desprendendoelos que tenho,alças, enredos...
Formas, desenho que tive, e esqueço!Falas, desejoe
movimento— a que tremendo,
vago segredoides, sem medo?!Sombras conheço:
não lhes ordeno.Como precedo meu sonho inteiro,
e após me perco,sem mais governo?!
Nem me lamentonem esmoreço:
no meu silênciohá esforço e gênioe
suave exemplode mais silêncio.
Não permaneço.Cada momento é meu e alheio.
Meu sangue deixo,breve e surpreso,
em cada veiosemeado e isento.
Meu campo, afeitoà mão do vento,
é alto e sereno:Amor. Desprezo.
Assim compreendoo meu perfeito acabamento.
Múltipla, vençoeste tormentodo mundo eterno que
em mim carrego:e, una, contemploo jogo inquietoem que padeço.
E recuperoo meu alentoe assim vou sendo.Ah, como
dentro de um prisioneiro há espaço e jeito para
esse apegoa um deus supremo,e o acerbo intentodo seu concertocom
a morte, o erro...
( voltas do tempo— sabido e aceito —do seu desterro...)
Cecília Meireles

terça-feira, 21 de outubro de 2008

conversa absoluta.



Você está passando e eu também,numa conversa

absurda vc me pergunta, oq será que há com as mentes

dessas pessoas.

E eu penso...

penso...

e respondo, talves estejam em um mundinho, tão belo

mas tão belo que chega a ser surrealista e não percebem que

tudo n passa de coisas morbidas, usadas por um sistema calvo.

ah.

E então numa escuridão entre os céus.

caiu a chuva de sangue e aquele,cheiro exalava,

todo o lugar.

e depois disso ningém mais quis parar para jogar

papo para o ar.